
Nós como humanos que somos, tendemos claramente para nos aproximarmos de alguém, somos seres sociais (vá a maioria), muitas vezes ligamos-nos a alguém não só porque a amamos, mas sim porque precisamos de alguém que testemunhe a nossa existência! claramente a maior parte das uniões, excluindo que evidentemente o amor é um factor importante, mas porque se não existirmos para alguém, metemos em causa a nossa existência, precisamos sem duvida que alguém "registe" a nossa vida e aí sim, nos existimos! aí sim, sentimo-nos a viver!
daí que muito embora todos nos precisemos do nosso espaço, aquele mundo que ninguém toca e ninguém sequer ouse entrar (há momentos sagrados), também precisamos de alguém a quem contar os nossos registos diários, alguém que nos ouve (por vezes nem assimilada, nem processa a informação), mas está ali e ouve...para quê acontecer-nos algo senão podermos partilhar a informação, se o fizermos a nossa vida parece que não é em vão. sem os outros não somos claramente ninguém (ou pelo menos não nos sentimos alguém). "nós e os outros, o paradigma da verdadeira razão e sentido de existirmos."
daí que muito embora todos nos precisemos do nosso espaço, aquele mundo que ninguém toca e ninguém sequer ouse entrar (há momentos sagrados), também precisamos de alguém a quem contar os nossos registos diários, alguém que nos ouve (por vezes nem assimilada, nem processa a informação), mas está ali e ouve...para quê acontecer-nos algo senão podermos partilhar a informação, se o fizermos a nossa vida parece que não é em vão. sem os outros não somos claramente ninguém (ou pelo menos não nos sentimos alguém). "nós e os outros, o paradigma da verdadeira razão e sentido de existirmos."
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